2019-07-15

«Amélia de Orleães»: Margarida Durães dá-nos a conhecer o retrato ímpar e a vida da última e mal-amada rainha de Portugal

Amélia de Orleães era uma mulher elegante, amável e culta. Como mãe, foi uma educadora atenta e exigente, preparando os filhos para cargos que não exerceriam. Parecia também ser a esposa ideal de D. Carlos. Graças à sua iniciativa, foram modernizados os setores da saúde e assistência social e foram criadas diversas instituições. No entanto, a última rainha de Portugal nunca conseguiu conquistar (a maioria d’) os portugueses, tendo ficado conhecida pela rainha mal-amada.

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Em «Amélia de Orleães», biografia da autoria da historiadora Margarida Durães, que chegará às livrarias na sexta-feira, dia 19 de julho, ficamos a conhecer o retrato ímpar e a vida desta rainha.

Trata-se de uma biografia que se distingue das demais pelo rigor historiográfico, apresentando os acontecimentos por ordem cronológica de modo a atrair a atenção do leitor e a fazê-lo partilhar, tanto quanto possível, das emoções da vida da biografada. É desenvolvida uma narrativa centralizada em D. Amélia, nunca permitindo que ela passe para segundo plano; expondo e não impondo; perseguindo e valorizando detalhes ínfimos; por último e não menos importante, procurando a verdade, «porque uma biografia não é um romance».

Entre o nascimento e a morte no exílio, Amélia de Orleães viveu oitenta e seis anos repletos de momentos felizes, mas também de desilusões e traições. A sua vida foi uma luta contínua, espelhando um dos períodos mais críticos da história de Portugal e da Europa.

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