2020-09-18

«Vamos ficar a ver o mundo arder ou optamos por fazer o que é necessário para conseguir um futuro diferente?»

O Futuro que Escolhermos é um apelo à ação para evitar a catástrofe ambiental

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Acabámos de entrar na década mais importante da história da Humanidade. Se nos próximos 10 anos não mudarmos o nosso comportamento e os nossos hábitos de consumo, quem sabe que planeta deixaremos às gerações futuras. Dos estrategas por detrás do Acordo de Paris de 2015 e autoridades mundiais nas alterações climáticas, Christiana Figueres e Tom Rivett-Carnac, chega a Portugal no dia 18 de setembro o livro O Futuro Que Escolhermos, uma obra essencial que nos explica o que devemos fazer para proteger o futuro comum.

 

Desde os anos 30 do século passado, pelo menos, que sabemos da possibilidade das alterações climáticas e das suas consequências para o planeta Terra. Pouco fizemos para o evitar. Por todo o mundo, há milhares de jovens a lançarem-se em ações de desobediência civil com o objetivo de chamarem a atenção para as alterações climáticas. As gerações mais novas estão aterrorizadas com o futuro que se aproxima, pois este não aparenta ser nada risonho. «Mas há boas notícias. Nós ainda estamos, embora à justa, num momento em que podemos impedir que o pior aconteça, gerindo os efeitos de longo prazo que ainda podem fazer-se sentir. Mas só se fizermos o que nos é exigido no curto prazo. Esta é a última vez na História em que o podemos fazer. Em breve será demasiado tarde.»

 

Em O Futuro Que Escolhermos, os autores apresentam dez ações que todos podemos empreender agora para tentar mudar o mundo de amanhã: desde defender a verdade e os factos – incluindo aprender a diferenciar entre ciência genuína e pseudociência – a ser um «cidadão e não apenas um consumidor» e investir em tecnologia verde. É uma ode apaixonada à realidade e um poderoso apelo à ação escrito por especialistas reconhecidos mundialmente; um raio de esperança em tempos incertos que convida a agir contra todas as adversidades. Um livro urgente para todas as pessoas, adolescentes e adultos, que se sentem impotentes para travar a emergência climática.

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