Memória de Tortura e Resistência

Memória de Tortura e Resistência

ISBN:9789896442262
Edição/reimpressão:04-2013
Editor:Temas e Debates
Código:000281000355
ver detalhes do produto
16,60€
-10%
24H
PORTES
GRÁTIS
EM
STOCK
COMPRAR
-10%
PORTES
GRÁTIS
EM
STOCK
16,60€
COMPRAR
I10% DE DESCONTO EM CARTÃO
IEm stock - Envio 24H
IPORTES GRÁTIS

SINOPSE

Um jovem advogado na tormenta dos dias sombrios.
São absolutamente preciosos para os historiadores e todos os interessados em História e no passado recente português memórias, testemunhos e relatos, não só porque lembram episódios e acontecimentos pretéritos, como porque contribuem para podermos caracterizar um determinado regime político, neste caso o salazarista. Sobretudo, ajudam a revelar o que ele representou na vida quotidiana de algumas pessoas, para além do que se pode ver nas leis ou nos discursos dos seus mentores ou opositores.
Ver Mais

DETALHES DO PRODUTO

Memória de Tortura e Resistência
ISBN:9789896442262
Edição/reimpressão:04-2013
Editor:Temas e Debates
Código:000281000355
Idioma:Português
Dimensões:149 x 233 x 18 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:240
Tipo de Produto:Livro
Classificação Temática: Livros em Português > História > História de Portugal > Literatura > Memórias e Testemunhos
Joaquim Monteiro Matias nasceu em setembro de 1938 no Casal da Ponte Nova, quase à beira do rio Lena, e a poucas centenas de metros da vila da Batalha, filho de agricultores pobres. Frequentou o Liceu Rodrigues Lobo, em Leiria, e a partir de 1955 o Liceu Camões, em Lisboa, onde concluiu o 7.º ano. Em 1957 matriculou-se na Faculdade de Direito, vindo a licenciarse em 1962 com elevada classificação. Fez o estágio para a advocacia que concluiu em junho de 1964, e passou logo após a advogar em defesa dos presos políticos no Tribunal Plenário da Boa Hora. Viria a ser preso pela PIDE em 23 de julho de 1967, acusado de ligações à FAP - Frente de Ação Popular, e foi condenado no Tribunal Plenário a 2 anos e 8 meses de prisão maior e medidas de segurança de internamento prorrogáveis, que cumpriu parte na Cadeia do Forte de Peniche, de onde saiu no dia 26 de janeiro de 1971 em regime de liberdade condicional. Algum tempo depois retomou em Lisboa o exercício da advocacia, centrada agora na defesa nos tribunais do trabalho, dos trabalhadores associados dos sindicatos que o haviam contratado para esse efeito. Encontra-se reformado e sem atividade forense digna de registo. Publicou um pequeno livro de poemas da sua juventude, significativamente intitulado Rio do Meu Regresso, que passou despercebido.
Ver Mais

Este site utiliza cookies para lhe proporcionar uma melhor experiência de navegação. Ao navegar estará a consentir a sua utilização. Saiba mais sobre a nossa política de privacidade. Tomei conhecimento e não desejo visualizar esta informação novamente.

OK