Memória de um Povo

Memória de um Povo

ISBN:9789896441265
Edição/reimpressão:11-2010
Editor:Temas e Debates
Código:000281000177
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SINOPSE

Isabel Silvestre é natural de Manhouce, aldeia que faz parte da freguesia com este nome do concelho de São Pedro do Sul, situando -se nos limites deste município, paredes meias com Arouca e Vale de Cambra. Aldeia escondida na Serra, onde foi professora do Ensino Básico, mantém, ainda hoje, características muito próprias. A maneira de ser das suas gentes, o seu folclore, as suas cantigas despertaram sempre o interesse de especialistas. Armando Leça, Lopes -Graça, Giacometti, entre outros, efectuaram importantes estudos etnográ1cos em Manhouce, tendo o último incluído e registado quatro cantigas na sua obra Cancioneiro Popular Português. Isabel Silvestre tornou -se conhecida no País na sua qualidade de componente do Grupo de Cantares de que durante muitos anos foi solista e presidente. Grupo que mereceu, em Fevereiro de 1985, numa crónica do Expresso, por parte de Miguel Esteves Cardoso, o seguinte comentário: «... em Portugal onde temos a Amália e o Grupo de Cantares de Manhouce ...». Em Dezembro de 1990, Natália Correia escreveu para a capa do quarto disco LP -CD dos Cantares: «Da magia do Coral de Manhouce se eleva, como uma branca auréola musical, a voz puríssima de Isabel Silvestre em que se ouve o marulhar das águas maternas da origem.» Voz que, em espectáculo realizado no Coliseu do Porto, acompanhou Rão Kyao em termos de ter merecido em O Comércio do Porto as seguintes palavras: «Estranha e poderosa, capaz de vocalizar meios -tons. Voz com a grandeza das Catedrais.» Isabel Silvestre desde sempre manifestou um afecto intenso e sem limites pela sua Terra, pelas suas gentes, pelo seu País. Nas suas actuações procura fazer sentir e transmitir aspectos da cultura de um Povo a que se orgulha de pertencer e de relevar a sua especificidade. Sempre música portuguesa, com destaque para a música tradicional. Sempre a sua Terra na alma. Os locais, terras e países por onde anda e onde andou enriqueceram -na em experiências e vivências, em termos de, para além de saber cantar, saber estar, dizer e atrair. Assim o referem Rui Reininho, Pedro Caldeira Cabral, Rão Kyao, Vitorino, José Gil, com quem fez espectáculos e gravações. Cantou no Palácio de Belém, Assembleia da República, Paço dos Duques de Bragança, Centro Cultural de Belém, Jerónimos, Palácio da Bolsa, residência de Amália Rodrigues, Castelo de São Jorge, Torre de Belém, etc. e, no estrangeiro, na Embaixada de Portugal em Espanha, nas Filipinas, Macau, Timor, Canadá, EUA, Alemanha, França, etc. Ramalho Eanes visitou ofcialmente Manhouce por sua causa e do Grupo de Cantares. Jorge Sampaio, no dia 10 de Junho, outorgou -lhe a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique. Mas Isabel Silvestre não se esgota nas cantigas. Em termos práticos, procurou desenvolver socialmente a sua freguesia. Candidatou -se e foi eleita Presidente da Junta como independente. Lançou uma unidade de turismo de habitação, exemplar na recuperação da arquitectura rural. É autora de Memória de um Povo (I) e Cancioneiro Popular de Manhouce, ambos esgotados, e de um livro de culinária, Doçuras. Com a presente obra procura relevar falas, realidades, contos de um povo que reage sempre à desventura e que em cada crepúsculo vê sempre uma nova madrugada, como gosta de lembrar. Aquilino Ribeiro, português, beirão, acreditamos que gostaria de ler este livro...
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«A relação do camponês com a Terra e com a Vida é quase sacral. Ninguém é tão sensível à Alma Comum que anima e faz respirar todos os seres, esse panteísmo cósmico que vê Deus em tudo e tudo em Deus.
Ninguém tem uma alma tão predisposta, tão aberta à beleza, à gravidade, à majestade da Natureza. O tempo para ele não é o tempo abstracto, mecânico dos relógios; mas o tempo concreto e criador do mundo da vida. Sabe e sente que há um abismo intransponível entre o mundo mecanizado da indústria, que cria milhares de artefactos por dia, por hora; e o mundo lento e incansável e laborioso da Vida, que, sem pressa e sem descanso, como fazem as estrelas, leva duzentos anos a criar um castanheiro ou um frondoso carvalho.»
Da Introdução

DETALHES DO PRODUTO

Memória de um Povo
ISBN:9789896441265
Edição/reimpressão:11-2010
Editor:Temas e Debates
Código:000281000177
Idioma:Português
Dimensões:150 x 232 x 21 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:260
Tipo de Produto:Livro
É natural de Manhouce, aldeia que faz parte da freguesia com este nome, do concelho de São Pedro do Sul, situando se nos limites deste município, paredes meias com Arouca e Vale de Cambra. Aldeia escondida na Serra, onde foi professora do Ensino Básico, mantém, ainda hoje, características muito próprias.
A maneira de ser das suas gentes, o seu folclore, as suas cantigas despertaram sempre o interesse de especialistas. Armando Leça, Artur Santos, Lopes Graça, Giacometti, entre outros, efetuaram importantes estudos etnográficos em Manhouce, tendo o último incluído e registado quatro cantigas na sua obra Cancioneiro Popular Português.
Isabel Silvestre tornou-se conhecida no país, na sua qualidade de componente do Grupo de Cantares, do qual, durante muitos anos, foi solista e presidente. Grupo que mereceu, em fevereiro de 1985, numa crónica do Expresso, por parte de Miguel Esteves Cardoso, o seguinte comentário: «... em Portugal onde temos a Amália e o Grupo de Cantares de Manhouce ...».
Em dezembro de 1990, Natália Correia escreveu para a capa do quarto disco LP-CD dos Cantares: «Da magia do Coral de Manhouce se eleva, como uma branca auréola musical, a voz puríssima de Isabel Silvestre em que se ouve o marulhar das águas maternas da origem.»
Voz que, em espetáculo realizado no Coliseu do Porto, acompanhou Rão Kyao, em termos de ter merecido em O Comércio do Porto as seguintes palavras: «Estranha e poderosa, capaz de vocalizar meios-tons. Voz com a grandeza das Catedrais.»
Isabel Silvestre desde sempre manifestou um afeto intenso e sem limites pela sua terra, pelas suas gentes, pelo seu país. Nas suas atuações, procura fazer sentir e transmitir aspetos da cultura de um povo a que se orgulha de pertencer e de relevar a sua especificidade. Sempre música portuguesa, com destaque para a música tradicional. Sempre a sua terra na alma.
Os locais, terras e países por onde anda e onde andou enriqueceram-na em experiências e vivências, em termos de, para além de saber cantar, saber estar, dizer e atrair. Assim o referem Rui Reininho, Pedro Caldeira Cabral, Rão Kyao, Vitorino, João Gil, com quem fez espetáculos e gravações. Cantou no Palácio de Belém, Assembleia da República, Paço dos Duques de Bragança, Centro Cultural de Belém, Mosteiro dos Jerónimos, Palácio da Bolsa, residência de Amália Rodrigues, Castelo de São Jorge, Torre de Belém, etc. No estrangeiro: na Embaixada de Portugal em Espanha, nas Filipinas, Macau, Timor, Canadá, EUA, Alemanha, França, etc.
O Presidente da República Ramalho Eanes visitou oficialmente Manhouce, por sua causa e do Grupo de Cantares. O Presidente da República Jorge Sampaio, no dia 10 de junho de 2005, outorgou-lhe a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique.
Mas Isabel Silvestre não se esgota nas cantigas. Em termos práticos, procurou desenvolver socialmente a sua freguesia. Candidatou se e foi eleita Presidente da Junta como independente. Lançou uma unidade de turismo de habitação, exemplar na recuperação da arquitetura rural. É autora de Cancioneiro Popular de Manhouce e de um livro de culinária, Doçuras.
Com a obra Memória de um Povo procura relevar falas, realidades, contos de um povo que reage sempre à desventura e que em cada crepúsculo vê sempre uma nova madrugada, como gosta de lembrar.
Aquilino Ribeiro, português, beirão, acreditamos que gostaria de ler este livro...
B.R.
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