Republicanas Quase Desconhecidas

Republicanas Quase Desconhecidas

ISBN:9789896441739
Edição/reimpressão:11-2011
Editor:Temas e Debates
Código:000281000289
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SINOPSE

Atribui-se a Cândido dos Reis a frase que «feita a República em Lisboa, no resto do País se faria pelo telégrafo». E assim foi. Só que, para se fazer a República pelo telégrafo, o País teria de estar à espera, reparado para a receber. Quem o preparou? Por um lado, se foi o telégrafo que espalhou a revolução, então aí participaram mulheres, pois já havia telegrafistas desde os fins do século XIX. Por outro, nas manifestações de vitória, entoou-se A Portuguesa e o Hino da Maria da Fonte e flutuaram milhares de bandeiras verde-rubras, assim como barretes frígios e fitas verdes e vermelhas nas lapelas e cabelos. Isso significa que as bandas e filarmónicas já haviam ensaiado os hinos da vitória e as bandeiras já haviam sido costuradas pelas mulheres, de norte a sul do País. Em todas as Câmaras Municipais se implantou a República. E isso deveu-se ao trabalho de propaganda de republicanos e republicanas. Daí a importância dos concelhos, exaltada nesta obra, escrita com a colaboração de muitas mãos, que divulga o trabalho ignorado de republicanas de 33 concelhos do País.
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DETALHES DO PRODUTO

Republicanas Quase Desconhecidas
ISBN:9789896441739
Edição/reimpressão:11-2011
Editor:Temas e Debates
Código:000281000289
Idioma:Português
Dimensões:150 x 232 x 25 mm
Encadernação:Capa mole
Páginas:408
Tipo de Produto:Livro
Fina d'Armada é o pseudónimo literário de Josefina Teresa Fernandes Moreira, natural da Quinta d'Armada, na freguesia de Riba de Âncora, no concelho de Caminha.
Historiadora, poetisa e cronista, Fina d'Armada é autora de cerca de 12 títulos e coautora de 39 obras. Para se definir a si mesma, usava uma frase da investigadora Carolina Michaellis de Vasconcelos: "Eu não tenho biografia, passei a vida a estudar". Numa entrevista à Lusa, declarou: "O meu curriculum é apenas o produto dos meus estudos".
Em 2003 concluiu o mestrado em Estudos sobre as Mulheres, na Universidade Aberta, com uma tese que foi publicada sob o título "Mulheres Navegantes no Tempo de Vasco da Gama" (2006), que lhe valeu o Prémio Mulher Investigação Carolina Michaelis de Vasconcelos.
A autora está incluída na "Antologia de Poetas do Alto Minho", de Laureano Santos, no "Dicionário de Mulheres Rebeldes", de Ana Barradas, no "Dicionário Internacional de Arte e Literatura" e na obra "Letras de Fronteira do Val do Miño Transfonteirizo", estes dois últimos editados em Espanha.
Fina d'Armada colaborou com nomes como Natália Correia e Albano Magalhães, com os quais, entre outras iniciativas, escreveu a "Monografia da Vila de Fânzeres".
Faleceu, no dia 7 de Março de 2014, em Rio Tinto. Tinha 68 anos.
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