Os Ricos
Os objetos de cobiça podem ter mudado, mas as regras continuam a ser as mesmas. Aos escravos, concubinas, ouro e castelos de outrora correspondem os atuais jatos privados, ilhas de férias e clubes de futebol. Será o início do século XXI um ponto de viragem ou irá a história mostrar-nos que a elite dos super-ricos está condenada a triunfar?
Da República Romana a Roman Abramovich, um número minúsculo de super-ricos tem controlado a economia e a política das suas épocas. Do banqueiro do papa, Cosme de Médicis, ao magnata sem escrúpulos Andrew Carnegie, a origem de uma fortuna é rapidamente esquecida quando o seu proprietário financia a construção de igrejas e bibliotecas e se torna um mecenas da arte e do conhecimento. Ávidos de serem aceites pelo establishment, os multimilionários costumam recorrer a gestos filantrópicos para alcançar um estatuto e reforçar a imagem pública.
Da República Romana a Roman Abramovich, um número minúsculo de super-ricos tem controlado a economia e a política das suas épocas. Do banqueiro do papa, Cosme de Médicis, ao magnata sem escrúpulos Andrew Carnegie, a origem de uma fortuna é rapidamente esquecida quando o seu proprietário financia a construção de igrejas e bibliotecas e se torna um mecenas da arte e do conhecimento. Ávidos de serem aceites pelo establishment, os multimilionários costumam recorrer a gestos filantrópicos para alcançar um estatuto e reforçar a imagem pública.
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