Doze Passos Para uma Vida Solidária

Doze Passos Para uma Vida Solidária

Um apelo urgente para instituirmos empatia e solidariedade na nossa vida pública e privada
ISBN: 9789896441647
Edição/reimpressão: 10-2011
Editor: Temas e Debates
Código: 000281000282
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SINOPSE

Tomando como ponto de partida os ensinamentos das grandes religiões do mundo, Karen Armstrong demonstra em doze passos práticos como podemos trazer a compaixão ao primeiro plano das nossas vidas. A prática destes doze passos não vai modificar as nossas vidas da noite para o dia nem transformar-nos em santos ou em sábios, visto que a tentativa de nos transformarmos em seres humanos mais solidários é um projeto para toda a vida. Mas, porque a compaixão é inseparável da humanidade, ao transcendermos, dia após dia, os limites do nosso egoísmo, não só modificaremos o mundo como também levaremos vidas mais felizes e mais preenchidas.
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CRÍTICAS DE IMPRENSA

«Promover a abertura e o diálogo entre as religiões do mundo, e substituir o medo e o ódio pela tolerância e pelo debate. Eis o que Karen Armstrong consegue.»
Amy Novogratz, The Huffington Post

«Karen Armstrong é uma das maiores especialistas em temas religiosos que sabe escrever para um público vasto: homens e mulheres, crentes e não crentes, são cativados pelas suas palavras.»
Library Journal

DETALHES DO PRODUTO

Doze Passos Para uma Vida Solidária
ISBN: 9789896441647
Edição/reimpressão: 10-2011
Editor: Temas e Debates
Código: 000281000282
Idioma: Português
Dimensões: 149 x 233 x 17 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 248
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Literatura > Ensaios
Karen Armstrong (Wildmoor, 14 de Novembro de 1944) é uma autora especialista em temas de religião, em particular sobre judaísmo, cristianismo e islamismo.

Karen Armstrong nasceu em Wildmoor, Worcestershire, Inglaterra, no seio de uma família católica de raízes irlandesas. Em 1962, com dezessete anos, torna-se noviça na ordem religiosa Society of the Holy Child Jesus e em 1965 tomou os votos de freira, assumindo o nome de Irmã Martha. Ainda no mesmo ano foi autorizada pela ordem a estudar Literatura Inglesa na Universidade de Oxford. Decepcionada com a vida religiosa, Karen abandona o convento em 1969 e orienta-se para a realização de um doutoramento sobre o poeta Alfred Tennyson; ao mesmo tempo começa a ensinar na Universidade de Londres. Porém, a sua tese de doutoramento foi rejeitada por um inspector externo e Karen ficou impedida de poder ensinar numa universidade. Todo este período foi marcado por problemas de saúde resultantes de uma epilepsia não diagnosticada e não tratada.

Em 1976 tornou-se professora num colégio feminino em Dulwich. Chega a ser directora de departamento, mas devido ao seu absentismo (provocado pelos problemas de saúde) foi convidada a abandonar a instituição em 1981.

Em 1981 publicou Through the Narrow Gate, uma obra que relatava a sua fracassada experiência no convento e que rapidamente se tornou um best-seller na Grã-Bretanha. Começou a ser convidada a participar como comentadora em programas de televisão e em 1984 escreve e apresenta um programa sobre a vida de São Paulo para a estação de televisão Channel Four. O trabalhou que desenvolveu para concretizar o programa, que incluiu filmagens na cidade de Jerusalém, fez com que Karen mergulhasse de novo na esfera do religioso, depois de anos de afastamento, crítica e rejeição. Desde então tornou-se uma aclamada e respeitada autora sobre religiões abraâmicas, investigando temas como o recrudescimento dos integrismos religiosos nos nossos dias. É também autora de uma biografia de Buda, que se destaca pelo trabalho de pesquisa que diferencia a história da lenda. Ocasionalmente ensina Cristianismo no Leo Baeck College de Londres, uma instituição formadora rabinos. Em 1999 recebeu um prémio do Islamic Center of Southern California por promover o entendimento entre religiões.

Karen Armstrong escreve regularmente na imprensa e muitos dos seus artigos podem ser lidos no jornal britânico The Guardian.

Em 2005, Karen foi convidada a integrar a "Aliança das Civilizações", um projecto secundado pelas Nações Unidas e pelo primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodríguez Zapatero, cujo objectivo é lançar pontes de diálogo entre o Ocidente e o mundo islâmico.

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