O Contrato Social

O Contrato Social

ISBN: 9789896441784
Edição/reimpressão: 03-2012
Editor: Temas e Debates
Código: 000281000300
ver detalhes do produto
15,50€ I
-10%
PORTES
GRÁTIS
COMPRAR
-10%
PORTES
GRÁTIS
15,50€ I
COMPRAR
I 10% DE DESCONTO EM CARTÃO
I Esgotado ou não disponível
I PORTES GRÁTIS

SINOPSE

«Há estudiosos reputados que veem em Rousseau a apoteose do princípio moderno da liberdade individual, enquanto outros, com não menos reputação, apontam o dedo a Du contrat social como um breviário de autoritarismo político; há leituras do mesmo livro ora como manifesto de libertarianismo radical, se não mesmo de anarquismo, ora como expoente por excelência do império da lei; há os que acusam Rousseau de propor uma geometria do político com traços de paleototalitarismo e os que lhe reconhecem o papel de teórico fundamental da democracia . Escusado será pois acrescentar que pisamos um terreno em que se não pode esperar juízos consensuais. Estamos a contas com um autor sobre o qual controvérsia e diversidade de entendimentos são lei, a um grau superlativo que excede de longe as normais e habituais divergências de ajuizamento que qualquer obra deste tipo desencadeia.»
Ver Mais

DETALHES DO PRODUTO

O Contrato Social
ISBN: 9789896441784
Edição/reimpressão: 03-2012
Editor: Temas e Debates
Código: 000281000300
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 234 x 8 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 152
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Ciências Sociais e Humanas > Sociologia

sobre Rousseau

Escritor e filósofo humanista de expressão francesa, nasceu em Genebra em 1712 e faleceu em Ermenonville em 1778. Ao recentrar a reflexão sobre a natureza humana nos temas da sensibilidade, do sentimento e da paixão em detrimento da razão, Rousseau antagoniza os princípios do Iluminismo, anunciando já aqueles que virão a ser os valores centrais do Romantismo.

Marcado por um forte otimismo relativamente à essência humana, considera que primitivamente os seres humanos viveriam num hipotético estado de natureza em que, deixando-se reger pelo sentimento (amor de si e piedade), reinava a liberdade e a igualdade. Com o advento da divisão do trabalho e da propriedade privada, tal estado de harmonia teria sido pervertido, tendo-se tornado a sociedade presa do egoísmo e da corrupção.

Dessa forma, os poderosos, apropriando-se da Lei, colocaram-na ao serviço dos seus interesses particulares e fizeram dela um instrumento de servidão. Do mesmo modo, a ciência e a cultura em geral são vistas como focos de degeneração que afastam o ser humano da sua natureza genuína.

Para libertar o homem do estado de servidão em que a sociedade o coloca, Rousseau apresenta duas vias complementares:

A primeira - exposta pormenorizadamente no Émile (1762) - respeita à pedagogia, propondo que esta permita à criança desenvolver-se naturalmente na afirmação espontânea da sua essência e de acordo com a sua própria experiência pessoal, evitando que se torne vítima das deformações que a sociedade lhe procura impor.

A segunda, no âmbito da filosofia política - e desenvolvida no Contrato Social (também de 1762) -, visa o restabelecimento da liberdade e baseia-se na ideia de soberania popular. Esta deve ser concretizada através do contrato social segundo o qual cada indivíduo se deve submeter à vontade geral, convergência e expressão mediada da vontade de cada um, garantindo assim a liberdade e a igualdade de todos. A submissão da Lei à vontade geral assegurará a sua justiça, não cabendo ao poder executivo mais do que garantir a sua correta aplicação.
Ver Mais

Este site utiliza cookies para lhe proporcionar uma melhor experiência de navegação. Ao navegar estará a consentir a sua utilização. Saiba mais sobre a nossa política de privacidade. Tomei conhecimento e não desejo visualizar esta informação novamente.

OK