O Homem que Come, Bebe e Respira Política

ISBN: 9789896443696
Edição/reimpressão: 07-2015
Editor: Temas e Debates
Código: 000281000500
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SINOPSE

«O Dr. Soares diz que quer parar, mas não para. Nunca vai parar. Não lhe peçam que descanse da política, porque ele não irá cumprir.» «Só já depois do Dr. Mário Soares ter saído do Poder comecei a conviver mais de perto com ele. Não me posso esquecer da sua participação na campanha eleitoral de 2009, num comício no Porto. Estava um calor terrível, uma multidão arrasadora, e eu não consegui encontrar outro sítio para trabalhar que não fosse no palco. O discurso do Dr. Mário Soares foi simplesmente arrebatador. Enquanto eu quase desmaiava sentada no palco sob aquele sol demente, o Dr. Soares estava fresco e mostrava toda a sua energia. Ele come, bebe, alimenta-se, respira política. Sempre foi assim e sempre assim será. Arrisco dizer que é uma coisa física - nunca vi ninguém assim.»
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DETALHES DO PRODUTO

O Homem que Come, Bebe e Respira Política
ISBN: 9789896443696
Edição/reimpressão: 07-2015
Editor: Temas e Debates
Código: 000281000500
Idioma: Português
Dimensões: 151 x 233 x 13 mm
Encadernação: Capa mole
Páginas: 192
Tipo de Produto: Livro
Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Política > Política em Geral

sobre os autores

Ana Sá Lopes frequentou o curso de Comunicação Social da Universidade Nova de Lisboa. Em 1987, estagiou no semanário O Jornal (1987), integrou a equipa fundadora do Público (1989), mudou-se para o Diário de Notícias (2005) e em 2009 participou na fundação do i, onde estas entrevistas foram publicadas.
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Político e ex-presidente da República, Mário Alberto Nobre Lopes Soares nasceu em 1924 e faleceu em 2017. Oriundo de uma família com tradições políticas republicanas liberais, participou ativamente, desde a juventude, em atividades políticas contra o Estado Novo, o que lhe acarretou a passagem pelas prisões da polícia política e o exílio, primeiro em S. Tomé e depois em França, onde o 25 de abril de 1974 o encontraria. Advogado, defendeu em tribunais plenários numerosos opositores do regime, tendo-se destacado como representante da família Delgado nas investigações sobre as circunstâncias e responsabilidades da morte do "General sem Medo". Oposicionista declarado, apresentou-se como candidato em atos eleitorais consentidos pelo regime, nunca sendo, obviamente, eleito.
Dirigente da Acção Socialista Portuguesa, é um dos fundadores do Partido Socialista (1973), de que será o primeiro secretário-geral. Após o levantamento dos capitães em 1974, regressa prontamente a Portugal, ocupando a pasta dos Negócios Estrangeiros, passando a ser responsável pelo estabelecimento de relações diplomáticas com diversos países do mundo e pelas negociações que levariam à independência das colónias portuguesas.
No plano da política interna, destaca-se principalmente pela oposição à influência política e social de comunistas e partidos de extrema-esquerda, combatendo, não só o peso daqueles dentro das instituições militares e no aparelho de Estado, mas também a proposta de unicidade sindical.
Será primeiro-ministro de três governos constitucionais, assumindo o poder sempre em situações de grande gravidade (instabilidade resultante do PREC, crise financeira, etc.), governando ora com o apoio exclusivo do seu partido ora em coligação, consoante a relação de forças estabelecida no Parlamento. Será o segundo presidente da República eleito democraticamente após o restabelecimento da democracia, cumprindo dois mandatos sucessivos entre 1986 e 1996, durante os quais se empenhou repetidamente, quer na dinamização das relações externas, quer na auscultação das aspirações e reclamações populares, através de "presidências abertas" que o levaram a percorrer praticamente todo o território nacional. Quando saiu de Belém não regressou às fileiras do partido em cuja fundação teve significativo papel. No seu discurso de despedida ao povo português, deixou claramente expresso o desejo de se afastar definitivamente da política ("política nunca mais") e de se dedicar a outras atividades, particularmente à escrita. Em 1998 recebeu um convite da ONU, para chefiar uma missão de informação à Argélia, reunindo várias personalidades escolhidas por Kofi Annan. O objetivo desta missão foi observar a situação vivida neste país através do contacto com organizações políticas, representantes de jornais e visitas a vários locais.
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