2026-05-14

O que liga um relógio de torre numa aldeia alentejana ao Japão? O novo romance de um historiador viajante

João Paulo Oliveira e Costa está de regresso à ficção com Um Relógio sem Relojoeiro, o seu novo romance que nos leva até ao século XVI, entre personagens históricas e ficcionais, com paragens em diferentes partes do mundo.

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João Paulo Oliveira e Costa, historiador com vasta obra de referência publicada na Temas e Debates, traz-nos agora um novo romance. Um Relógio sem Relojoeiro leva os leitores à boleia de um mistério de dimensão internacional e com um variado e rico leque de personagens. O autor é também professor, investigador e um curioso viajante que empresta muitos conhecimentos e experiências a esta história. Um Relógio Sem Relojoeiro chega às livrarias no próximo dia 21 de maio.

 

Na segunda metade do século XVI, quando em Portugal reina Filipe II de Espanha, um feixe de personagens, históricas e ficcionais, ramifica-se pelo mundo. Margarida, luso-japonesa nascida no Japão e refugiada no Alentejo, tenta esquecer uma paixão antiga e vai aprendendo a amar Fernando, o pintor que tudo faz para descobrir onde está o seu pai, mestre Ricardo, um famoso relojoeiro que foi raptado.

 

A história teve como ponto de partida a colocação de um relógio de torre numa vila do Alentejo que, apesar de ser um cenário ficcional, se inspira na vila de Redondo, com várias das suas especificidades. Esta narrativa tem ainda paragens em Goa, Lisboa e Nagasáqui.

 

João Paulo Oliveira e Costa é um historiador viajante e profundo conhecedor do Japão, país do qual recebeu a distinção Ordem do Sol Nascente. Este novo romance marca o regresso do autor à ficção, depois de A Capitoa (2023); a trilogia composta por O Samurai Negro (2016), Xogum – O Senhor do Japão (2018) e A Dama do Quimono Branco (2019); e do best-seller O Império dos Pardais (2011).