2019-03-15

«Diário de Fernão de Magalhães» de José Manuel Núñez de la Fuente: as aventuras e desventuras do maior navegante português

Este livro procura reproduzir o que deve ter sido o perdido diário de bordo de Magalhães

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«Diário de Fernão de Magalhães»- O homem que tudo viu e andou, da autoria do antropólogo e historiador espanhol José Manuel Núñez de la Fuente, chega hoje às livrarias portuguesas, no ano em que se celebra o quinto centenário do início da primeira viagem de circum-navegação do globo terrestre por Fernão de Magalhães.

Esta obra, enriquecida com 16 páginas de reproduções fotográficas, divide-se em três partes: a primeira, de caráter introdutório, propõe o quadro geopolítico e sociocultural da época, bem como um amplo fresco sobre a vida e a obra de Magalhães; a segunda corresponde ao diário propriamente dito, um documento autobiográfico que descreve as aventuras e desventuras do navegante português até pouco antes da sua morte; a terceira parte é relativa à morte do Fernão de Magalhães nas Filipinas, além da descrição da batalha de Mactan, onde o explorador combate e morre, e do destino das naus e dos protagonistas da epopeia.

Este livro procura reproduzir o que deve ter sido o perdido diário de bordo de Magalhães. Para isso, o autor baseou-se em documentação fidedigna e utilizou uma linguagem do século XVI adaptada à atualidade. Uma história trágica, com um herói que conhece um final funesto, que foge do destino até alcançar a morte, um novo Moisés a quem não é permitido alcançar a Terra Prometida das Especiarias. «Entre todas as figuras e todas as rotas, a minha admiração vira-se para os feitos do homem que, no meu sentir, alcançou o mais extraordinário na história das descobertas geográficas: Fernão de Magalhães. A sua navegação é talvez a maior odisseia na História da Humanidade, sendo verdade que, ao decidir escrevê-la atento aos documentos fidedignos ao meu dispor, tinha a sensação de estar a contar algo inventado, uma daquelas lendas sagradas da Humanidade, pois nada é mais excelente que uma verdade que parece inverosímil!» Stefan Zweig, 1938

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