2021-04-09

Muitas pessoas acreditam que são livres de criar o próprio destino. Mas, e se o livre-arbítrio não existir?

Hannah Critchlow apresenta uma visão humana e acessível da neurociência que subjaz aos conceitos de livre-arbítrio e de destino

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Em muitas culturas antigas, o destino era algo definitivo, todo-poderoso, ao qual ninguém podia escapar. Hoje em dia, acreditamos ser agentes livres, que fazemos a nossa própria sorte, e o destino não é mais que uma figura de retórica. Mas e se a nossa vida estiver em grande medida predeterminada, programada no nosso cérebro? Em que medida controlamos aquilo que fazemos ou o que nos acontece? Quanto daquilo que faz de nós quem somos é herdado, assente no funcionamento do nosso cérebro? E se o nosso futuro for mais previsível do que pensamos? A Ciência do Destino, da reconhecida neurocientista Hannah Critchlow, é uma obra luminosa e reveladora que revoluciona a nossa compreensão de quem somos e nos dá instrumentos para criarmos um futuro melhor para nós próprios e para o mundo em geral. Nas livrarias a 15 de abril.

 

«Quando começamos a examinar a ideia de sermos agentes livres que controlam as suas vidas à luz daquilo que a neurociência nos está agora a mostrar, pode parecer que o espaço para o livre-arbítrio diminui depressa e que estamos presos num círculo que nos remete repetidamente a uma fase anterior da experiência predeterminada.»

 

teA neurociência desafia tudo o que pensamos saber acerca de nós próprios e revela a maneira como tomamos decisões e criamos a nossa própria realidade, ignorando o papel da mente inconsciente. Com base na sua própria investigação, em conversas que manteve com outros especialistas na área da neurociência e nas descobertas científicas mais recentes, Hannah Critchlow mostra o quanto as nossas decisões – aquilo que comemos, quem amamos e como votamos, por exemplo – estão programadas e predeterminadas pela genética. Mas em vez de implicar uma incapacidade de controlar as nossas vidas, a autora argumenta que esse conhecimento íntimo pode realmente ajudar-nos a moldar um futuro melhor para nós próprios. Uma visão humana e acessível da neurociência que subjaz aos conceitos de livre-arbítrio e de destino, demonstrando não só o potencial extraordinário, mas também os riscos envolvidos na capacidade de antecipar o nosso futuro.

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